A Cooperativa

Missão

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Fomentar e disseminar o Conhecimento, através de Consultoria Técnica, Serviço e Treinamento, alcançando e superando os objetivos de seus clientes de forma  sustentável e com Espírito Cooperativo.

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Visão

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Construir uma jornada sólida, sendo referencial de Cooperativa empreendedora,  formada por pessoas obstinadas e que realizam de forma  inovadora.

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Valores

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Ética;

Cooperação;

Humanismo;

Empreendedorismo.

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Políticas do Sistema de Gestão Integrado Coopttec

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A Coopttec é uma sociedade cooperativa especializada em Consultoria, Treinamentos e Serviços nas áreas de Tecnologia, Educação e Gestão, atuando com foco na sustentabilidade. A realização de suas atividades e as práticas de gestão da Cooperativa propõem-se a atingir a plena satisfação de seus clientes, a prevenção da poluição, a prevenção de acidentes e a preservação da saúde dos seus colaboradores e cooperados. Excelência na gestão e na prestação de serviços é uma constante para a Coopttec, que assume o compromisso de promover a melhoria contínua de seus processos.

 

COMPROMISSOS COM A GESTÃO: Atender à legislação brasileira; foco no cliente; empreendedorismo e melhoria contínua.

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Parceiros - Certificações - Registros - Credenciamentos

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Parceiros

 

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Nossa História

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Em 1999 um grupo de alunos iniciou o primeiro curso superior em Tecnologia do IFES Vitória (antigo CEFETES). Os integrantes dessa equipe almejavam um futuro profissional sólido e empreendedor, no qual seriam donos de seus próprios negócios.

 

Sem capital financeiro e com muita vontade iniciaram já nas aulas de empreendedorismo, a construção do negócio coletivo que almejavam. A primeira ideia foi uma empresa júnior que exaustivamente estudada, acabou por ser descartada. Em dezembro de 2000, visitaram a INCOOP – Incubadora de Cooperativas do Cefet-Campos (hoje IFRJ-Campos), onde conheceram em uma sala com pouco mais de 60 m², seis cooperativas técnicas desde meio ambiente até construção civil.

 

Na viagem de volta, iniciaram as discussões para a constituição da cooperativa e um diferencial já ficou definido, seria uma única cooperativa, englobando diversas áreas técnicas.

 

Em 08 de fevereiro de 2001, com 21 cooperados, foi constituída a COOPTTEC – Cooperativa de Trabalho dos Técnicos Industriais e Tecnólogos do Estado do Espírito Santo, unidos pela causa da valorização profissional.

 

Naturalmente, à medida que o negócio avançava, vários desistiam e deixavam de acreditar no sonho que ajudaram a construir. Somente os obstinados continuariam.

 

Os anos passaram, a Cooperativa cresceu e está se tornando referência em suas áreas de atuação. O crescimento também demandou ampliação em seu leque de atuação e, em 2009, a Coopttec passou a ser Cooperativa de Trabalho em Tecnologia, Educação e Gestão. A Coopttec, hoje, conta com um quadro mesclado de profissionais experientes, vários destes com participações em importantes serviços e projetos de suas áreas, motivados sempre pela busca contínua de novos conhecimentos e otimização dos resultados.

 

A cooperativa tem seu crescimento planejado por meio das mais modernas técnicas de gestão, aliado ao compromisso pessoal e profissional de cada um de seus cooperados em torná-la referência.

 

“Nulla tenaci invia est via.” Aos obstinados nenhum obstáculo é intransponível.”

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História do Cooperativismo

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Nascimento de uma grande ideia

 

O Cooperativismo é uma doutrina que considera as cooperativas como forma ideal de organização da humanidade, baseado na democracia, participação, direitos e deveres iguais para todos, sem discriminação de qualquer natureza, para todos os sócios.

 

O cooperativismo como conhecemos hoje, tem suas origens na Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra do século 18, época em que a mão-de-obra perdeu grande poder de troca. Os baixos salários e a longa jornada de trabalho trouxeram muitas dificuldades socioeconômicas para a população. Diante desta crise surgiram, entre a classe operária, lideranças que criaram associações de caráter assistencial, no entanto, a experiência não teve resultado positivo.

 

A partir dessa experiência inicial os trabalhadores buscaram novas formas de superar as dificuldades que assolavam a população frente ao severo capitalismo que avançava a cada dia. Surgiu então, a idéia de criar uma organização formal chamada de cooperativa, onde regras, normas e princípios próprios seriam praticados com o intuito de respeitar os valores do ser humano.

 

Baseados nesse pensamento, 28 operários, em sua maioria tecelões, se reuniram para avaliar suas idéias. Respeitaram seus costumes, tradições e estabeleceram normas e metas para a organização de uma cooperativa. Após um ano de trabalho, acumularam um capital de 28 libras e conseguiram abrir as portas de um pequeno armazém cooperativo, em 21 de dezembro de 1844, no bairro de Rochdale-Manchester (Inglaterra).

 

Nascia a Sociedade dos Probos de Rochdale, conhecida como a primeira cooperativa moderna do mundo. Ela criou os princípios morais e a conduta que são considerados, até hoje, a base do cooperativismo autêntico. Em 1848 já eram 140 membros e doze anos depois chegou a 3.450 sócios com um capital de 152 mil libras.

 

Movimento livre da influência do Estado

 

No Brasil, a cultura da cooperação é observada desde a época da colonização portuguesa. Esta atividade emergiu a partir do Movimento Cooperativista Brasileiro surgido no final do século 19, através do estímulo de funcionários públicos, militares, profissionais liberais e operários, para atender às suas necessidades.

 

O movimento iniciou-se em 1889, na cidade de Ouro Preto (MG), com a criação da primeira cooperativa de consumo de que se tem registro no Brasil, denominada Sociedade Cooperativa Econômica dos Funcionários Públicos de Ouro Preto. Em seguida, além de se espalhar por Minas Gerais, alcançou outros estados como Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul. Foi o pontapé inicial para o surgimento de cooperativas de diversos ramos no país.

 

Em 1902 surgiram as cooperativas de crédito no Rio Grande do Sul, por iniciativa do padre suíço Theodor Amstadt. Já as cooperativas rurais tomaram impulso a partir de 1906 naquela região, fundadas geralmente por imigrantes de origem alemã e italiana, que trouxeram de seus países a a cultura do trabalho associativo e a experiência de atividades familiares comunitárias, que os motivaram a organizar-se em cooperativas.

 

Embora houvesse o movimento de difusão do cooperativismo, poucas eram as pessoas informadas sobre esse assunto, devido à falta de material didático apropriado, imensidão territorial e trabalho escravo, caracterizados como entraves para o desenvolvimento do sistema cooperativo.

 

Em 2 de dezembro de 1969 foi criada a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) com a tarefa de representar e defender os interesses do cooperativismo no Brasil. A Organização foi registrada em cartório um ano após sua criação sendo caracterizada como Sociedade civil, sem fins lucrativos, com neutralidade política e religiosa.

 

A Lei 5.5764/71 disciplinou a criação de cooperativas, porém restringiu a autonomia dos associados, interferindo na criação, funcionamento e fiscalização do empreendimento cooperativo. A limitação foi superada pela Constituição de 1988, que proibiu a interferência do Estado nas associações, dando início à autogestão do cooperativismo.

 

Em 1995, o cooperativismo brasileiro ganhou reconhecimento internacional. Roberto Rodrigues, ex-presidente da OCB, foi eleito presidente da Aliança Cooperativista Internacional (ACI), sendo o primeiro não europeu a ocupar o cargo. Este fato contribuiu também para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras.

 

No ano de 1998 nascia o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), a mais nova instituição do Sistema “S” criada com o objetivo de somar à OCB através do viés da educação cooperativista. O Sescoop é responsável pelo ensino, formação profissional, organização e promoção social dos trabalhadores, associados e funcionários das cooperativas brasileiras.

 

O cooperativismo brasileiro entrou no século 21 enfrentando o desafio da comunicação. Atuante, estruturado e fundamental para a economia do País tem por objetivo ser cada vez mais conhecido e compreendido como um sistema integrado e forte.

 

Valores humanos são a essência

 

Cooperativa é uma organização de pessoas que se baseia em valores de ajuda mútua e responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Seus objetivos econômicos e sociais são comuns a todos os seus associados que acreditam nos valores éticos da honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação pelo seu semelhante. Os aspectos legais e doutrinários do cooperativismo são distintivos de outras sociedades.

 

Os conceitos que dão identidade ao cooperativismo são:

 

Cooperar – unir-se a outras pessoas para conjuntamente enfrentar situações adversas, no sentido de transformá-las em oportunidade e bem-estar econômico e social.

 

Cooperação – método de ação pelo qual indivíduos ou familiares com interesses comuns constituem um empreendimento. Os direitos são iguais para todos e o resultado alcançado é repartido somente entre os integrantes, na proporção da participação de cada um.

 

Sócios – indivíduo, profissional, produtor de qualquer categoria ou atividade econômica que se associa a uma cooperativa para exercer atividade econômica ou adquirir bens de consumo e/ou duráveis.

 

Sete linhas orientam o cooperativismo

 

Os sete princípios do cooperativismo constituem a linha orientadora que rege as cooperativas e formam a base filosófica da doutrina. É por meio dela que os cooperados levam os seus valores à prática. Estes princípios, derivados das normas criadas pela primeira cooperativa de Rochdale, são mantidos atualmente pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI). São eles:

 

1º – Adesão voluntária e livre – as cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros, sem discriminação de sexo, social, racial, política e religiosa.

 

2º – Gestão democrática – as cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto).

 

3º – Participação econômica dos membros – os membros contribuem eqüitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros recebem, habitualmente, se houver, uma remuneração limitada ao capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades:

 

Desenvolvimento das suas cooperativas, eventualmente através da criação de reservas, parte das quais, pelo menos será, indivisível;

 

Benefícios aos membros na proporção das suas transações com a cooperativa; e

 

Apoio a outras atividades aprovadas pelos membros.

 

4º – Autonomia e independência – as cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus membros e mantenham a autonomia da cooperativa.

 

5º – Educação, formação e informação – as cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.

 

6º – Intercooperação – as cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.

 

7º – Interesse pela comunidade – as cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros.

Coopttec Agronegócios

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